A insanidade, às vezes, liberta!
Mais uma vez, atrevo-me a relatar alguns devaneios que continuam a me alcançar neste mar indomável que é a vida. Quando às águas estão calmas, é possível ouvir as batidas de um coração livre, porém, preso a uma mente insana e obstinada a prosseguir sem destino...
Deprimente? Não. Deliciosamente confusa e intrigante essa maré. Em alguns momentos, as batidas ritmadas chegam a ser comparadas a um Shofar. Mas, hoje o mar está sereno e, aparentemente, inofensivo. Por isso, decide dar um mergulho breve nesse oceano, quem sabe ele não está reservando muito mais do que posso obter, permanecendo apenas na proa.
Okay! Admito, oficialmente, que me habituei ao óbvio e previsível. Era demasiadamente prático seguir o convencional, simplesmente fechei os olhos por um longo tempo. Essa escolha a qual me submeti sem contrariedades durou até este momento. Muitas coisas passaram a frente desta proa e foram se perdendo no horizonte deste mar, sem que ao menos eu pudesse desvendar.
De repente, as ondas começaram a agitar o navio, divertindo-me com o balanço desconexo. O navio, dantes seguro como um colo de pai, tornou-se um barquinho de papel diante da imensidão do teu olhar. O leme ganhou vida e passou a não obedecer à rota proposta; agora ele segue o destino que melhor lhe aprouve.
O vento parece cantar uma canção desconhecida... Reluto, mas é inevitável ser contagiada pelo mistério que cerca esse novo percurso. Cada vez mais sinto-me atraída pela noite.
Poderia dizer que nunca esteve por perto, mas calei meu pensamento. É assustador como minha consciência me perturba com todas essas afirmações. Alguém está lendo os meus pensamentos e decifrando minhas emoções, ainda que eu tente negar cada um deles. Onde estou? Não sei! E, certamente, não saberia definir mesmo com uma bússola em mãos.
Me atenho as figuras que me parecem reais, antes da noite cair. Talvez, o amanhecer traga de volta à luz das ideias, a serenidade corrompida e a nitidez da rota. Enquanto isso, só existe uma certeza - A insanidade, às vezes, liberta!
Deprimente? Não. Deliciosamente confusa e intrigante essa maré. Em alguns momentos, as batidas ritmadas chegam a ser comparadas a um Shofar. Mas, hoje o mar está sereno e, aparentemente, inofensivo. Por isso, decide dar um mergulho breve nesse oceano, quem sabe ele não está reservando muito mais do que posso obter, permanecendo apenas na proa.
Okay! Admito, oficialmente, que me habituei ao óbvio e previsível. Era demasiadamente prático seguir o convencional, simplesmente fechei os olhos por um longo tempo. Essa escolha a qual me submeti sem contrariedades durou até este momento. Muitas coisas passaram a frente desta proa e foram se perdendo no horizonte deste mar, sem que ao menos eu pudesse desvendar.
De repente, as ondas começaram a agitar o navio, divertindo-me com o balanço desconexo. O navio, dantes seguro como um colo de pai, tornou-se um barquinho de papel diante da imensidão do teu olhar. O leme ganhou vida e passou a não obedecer à rota proposta; agora ele segue o destino que melhor lhe aprouve.
O vento parece cantar uma canção desconhecida... Reluto, mas é inevitável ser contagiada pelo mistério que cerca esse novo percurso. Cada vez mais sinto-me atraída pela noite.
Poderia dizer que nunca esteve por perto, mas calei meu pensamento. É assustador como minha consciência me perturba com todas essas afirmações. Alguém está lendo os meus pensamentos e decifrando minhas emoções, ainda que eu tente negar cada um deles. Onde estou? Não sei! E, certamente, não saberia definir mesmo com uma bússola em mãos.
Me atenho as figuras que me parecem reais, antes da noite cair. Talvez, o amanhecer traga de volta à luz das ideias, a serenidade corrompida e a nitidez da rota. Enquanto isso, só existe uma certeza - A insanidade, às vezes, liberta!
Angel
Gaste todo seu tempo esperando
Por aquela segunda chance,
Por uma mudança que resolveria tudo
Sempre há um motivo
Para não se sentir bom o bastante,
E é difícil no fim do dia.
Eu preciso de alguma distração.
Oh, perfeita liberação
A lembrança vaza de minhas veias...
Deixe-me vazia
E sem peso e talvez
Eu encontrarei alguma paz esta noite.
Nos braços de um anjo,
Voe para longe daqui,
Deste escuro e frio quarto de hotel
E da imensidão que você teme.
Você é arrancado das ruínas
De seu devaneio silencioso.
Você está nos braços de um anjo,
Talvez você encontre algum conforto aqui
Tão cansado de seguir em frente,
E para todo lugar que você se vira
Existem abutres e ladrões nas suas costas,
E a tempestade continua se retorcendo.
Você continua construindo a mentira
Que você inventa para tudo que lhe falta
Não faz nenhuma diferença
Escapar uma última vez.
É mais fácil acreditar nesta doce loucura, oh
Esta gloriosa tristeza que me faz ajoelhar.
Nos braços de um anjo,
Voe para longe daqui,
Deste escuro e frio quarto de hotel
E da imensidão que você teme.
Você é arrancado das ruínas
De seu devaneio silencioso.
Você está nos braços de um anjo,
Talvez você encontre algum conforto aqui
Você está nos braços de um anjo.
Talvez você encontre algum conforto aqui
Composição: Sarah McLachlan
Música: Angel
Por aquela segunda chance,
Por uma mudança que resolveria tudo
Sempre há um motivo
Para não se sentir bom o bastante,
E é difícil no fim do dia.
Eu preciso de alguma distração.
Oh, perfeita liberação
A lembrança vaza de minhas veias...
Deixe-me vazia
E sem peso e talvez
Eu encontrarei alguma paz esta noite.
Nos braços de um anjo,
Voe para longe daqui,
Deste escuro e frio quarto de hotel
E da imensidão que você teme.
Você é arrancado das ruínas
De seu devaneio silencioso.
Você está nos braços de um anjo,
Talvez você encontre algum conforto aqui
Tão cansado de seguir em frente,
E para todo lugar que você se vira
Existem abutres e ladrões nas suas costas,
E a tempestade continua se retorcendo.
Você continua construindo a mentira
Que você inventa para tudo que lhe falta
Não faz nenhuma diferença
Escapar uma última vez.
É mais fácil acreditar nesta doce loucura, oh
Esta gloriosa tristeza que me faz ajoelhar.
Nos braços de um anjo,
Voe para longe daqui,
Deste escuro e frio quarto de hotel
E da imensidão que você teme.
Você é arrancado das ruínas
De seu devaneio silencioso.
Você está nos braços de um anjo,
Talvez você encontre algum conforto aqui
Você está nos braços de um anjo.
Talvez você encontre algum conforto aqui
Composição: Sarah McLachlan
Música: Angel


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