quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Lançamento

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Grupo Ongoing entrega exemplar do Brasil Econômico ao presidente Lula, durante lançamento do Jornal.
Izabela Vasconcelos - São Paulo
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O Jornal Brasil Econômico, publicação da empresa portuguesa Ongoing, foi lançado nesta quinta-feira (08/10), em São Paulo, em um almoço com executivos. Com tiragem de 50 mil exemplares, de segunda a sábado, o veículo chegou às bancas para concorrer com o principal jornal de economia do País, o Valor Econômico.

Antes no lançamento, na noite desta quarta-feira (07/10), o presidente do Grupo Ongoing, Nuno Vasconcellos, entregou um exemplar do Brasil Econômico ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Um novo jornal significa o compromisso de seus idealizadores com a sociedade e com a democracia”.

Um dos maiores investimentos do veículo é em novas plataformas. Além do site do jornal, a empresa promete difundir seus conteúdos em TV Corporativa, celulares e "info points" (monitores de plasma colocados em pontos de grande circulação). Além disso, a empresa lança um suplemento mensal, o Fora de Série, que traz entrevistas e reportagens com pessoas que contribuem em vários setores da sociedade.
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Equipe
A redação do Brasil Econômico é dirigida por Ricardo Galuppo, e tem Dárcio Oliveira, como diretor-adjunto; e Costábile Nicoletta, Cristiane Barbieri, Thais Costa e Fred Melo Paiva como editores-executivos. A redação conta com uma equipe de 70 profissionais.
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Valor do investimento não é divulgado
O valor do investimento para a criação do veículo não foi divulgado pela empresa. O lançamento do jornal no Brasil já fazia parte dos planos do Grupo Ongoing, que já publica o Diário Económico em Portugal, mas a chegada do veículo ao País foi acelerada pelo espaço deixado pela Gazeta Mercantil, extinta em maio.

O novo empreendimento foi possível pela divisão de investimentos, 30% do Grupo Ongoing e 70% da família Mascarenhas Vasconcellos, que possui nacionalidade luso-brasileira, o que permitiu o negócio, já que a legislação do Brasil estabelece o limite máximo de 30% de capital estrangeiro em veículos de comunicação.
Fonte: Comunique-se

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